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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

O melhor de dois mundos

Sou enorme fã dos Queen. Descobri-os em 84 com o album The Works, que ainda hoje oiço. Desde então consegui ter todos os albuns. Confesso que não gosto da fase final dos anos 70, passagem para 80. De resto é tudo genial. Tenho até aquilo a que se pode chamar o album zero, uma gravação da sua exibição num programa da BBC chamada Queen At The Beep que, no essencial, é o que viriam a ser os seus dois primeiros albuns, Queen e Queen II.

Sou também enorme fã dos Marretas. Não sei qual gosto mais. Sõ todos tão diferentes,tão espec'ificos e, sobretudo, tão uteis na sua singularidade para pela caricatura se compreender o comportamento humano.

Este post vem atrasado umas semanas. Recebi na altura o link para o Youtube da versão dos Marretas de Bohemian Rhapsody, e não fui ver. Confesso que houve uma resistência de fã fundamentalista que não quer ver adulterada a versão original. Mas quantas versões não revelam outras qualidades do original!

O vídeo foi publicado por alturas do aniversário da morte de Fredy Mercury. Lembro-me onde estava em Novembro de 91 e de como recebi a notícia. Mais que morrer o vocalista, no instante em que ouvi a notícia morreu a minha esperança de um dia poder ver os Queen ao vivo.

Hoje, finalmente, fui ver o vídeo. E adorei! Falar dos Marretas desperta na memória a imagem e a voz e o comportamento de algumas personagens, mas neste vídeo aparecem tantas! O locutor de televisão, o Proveta e o Cientista, os monstros, o bombista, o Rolf pianista clássico, o pianista rock e a sua banda fabulosa... Tantos!

Fabulosa sim é esta versão e este vídeo, que aqui partilho por prazer, por respeito e em louvor de um trabalho muito bem feito, pelos Queen, por Jim Henson e por todos os que perpetuam o seu génio. É mesmo o melhor de dois mundos:

 

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Domingo, 15 de Novembro de 2009

Chorar não, sorrir!!

Continuando na onda musical, ouvi hoje uma canção já com uns anitos, é de 1985, que deste então muito gosto. Chama-se 'Cry' e é dum duo chamado Godley & Creme. Não conheço mais nenhuma  música deles, ou pelo menos não lhes associo mais nada.

Gosto desta música não só pela sua simplicidade melódica como também pelo seu teledisco (agora chamam videoclip...) em que uma série de pessoas surgem a cantar a canção e as caras se vão alterando de umas para as outras como se evoluissem e transformassem. O conceito é hoje conhecido como morphing e foi excepcionalmente bem usado do teledisco do Black Or White do Michael Jackson, em que as caras e os corpos mudavam de barancos para ruivos, homens para mulheres, carecas para cabeludos, a uma velocidade fenomenal.

Este teledisco do ´Cry´' é mais antigo, e tecnologicamente mais arcaico, as passagens são fluídas mas não são propriamente evoluções ou alterações dos corpos, são mudanças de imagem. Ainda assim, continuo a gostar do teledisco e da música. Não me faz chorar, mas sorrir pelo prazer que me dá ouvi-la e recordá-la. Ei-la:

 

música: Cry
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

50 escudos de boa memória

Tenho o que acho serem muitos discos. Não são milhares, são algumas centenas, mas satisfazem-me quase todos. Haverá no máximo uma meia dúzia que eu não consiga já ouvir.

Uma vez que eu comprei um LP e estava a chegar a casa dos meus avós, a minha querida tia avó disse-me, condescendentemente algo como "Porque compras isso? Porque não poupas o dinheiro para um dia construires a tua vida?". Retorqui que tendo pouco dinheiro para discos só comprava os que gostava mesmo, e se tinha comprado aquele ela poderia ter a certeza que anos mais tarde eu ainda o ouviria. Confesso que não me recordo já que disco era, mas tenho a certeza que não está naquela meia dúzia dos renegados.

Lembrou-me isto a propósito de uma música que tocava na rádio quando o liguei, o Airport, dos The Motors. É uma canção de 1978 que ficou no ouvido, meu e de muita gente. Uns anos mais tarde estava a ouvir o single em casa de um colega da escola e disse que gostava muito daquela música. Negociador, ele disse logo que mo vendia por 50 paus. Não sei onde os arranjei mas comprei-lhe o single, e hoje, vinte e muitos anos depois, ainda o tenho. Foram 50 paus bem empregues, e a minha tia avó ainda hoje sorriria..

Para quem não se recorda pelo nome, ou para quem não imagina que canção é esta, fica o video do YouTube:

música: Airport, The Motors, 1978
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Oldfield Recuerdos 2

Em 12/7 coloquei aqui um post (Oldfield Recuerdos) onde referia uma música que conheci inicialmente através dos discos do Mike Oldfield mas que descobri por acaso ser uma "composição de 1899 de Francisco Tárrega (1852-1909)."

Escrevi ainda que "Fiquei desiludido com o Mike Oldfield. A música que eu pensava ser dele não o era, e isso não era dito no disco. Talvez no site dele (http://www.mikeoldfield.com/) esteja alguma coisa, mas não procurei. "

Agora, pelos acasos das ondas que nos levam surfando pela net, procurando uma coisa mas com a atenção desviada por outras, encalhei num site dedicado ao Mike Oldfield. Aí, na página http://tubular.net/discography/TheCompleteMikeOldfield.shtml leio com prazer a propósito do album 'The Complete Mike Oldfield' (1985), o tal a que me referia quando escrevi nesse post "Bingo! Mike Oldfield! "Étude", daquele LP duplo que tem um pássaro a rasar um espelho de água. " que "All tracks Composed by Mike Oldfield, Except Arrival (Bonny and Bjorn Ulvaeus), William Tell Overture (Rossini), In Dulci Jubilo (R.L. Pearsall), Wonderful Land (Jerry Lordan), Etude (Francesco Tarrega), Family Man (Oldfield, Cross, Fenn, Frye, Reilly, Pert).

Pois é, lá está o  nome de Francesco Tarrega. A César o que é de César.

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Os Police tocam hoje

Os Police tocam hoje cá em Portugal. Por razões circunstanciais não os poderei ver ao vivo. Tenho pena porque talvez não os volte a ver, mas paciência. Duvido ter a possibilidade – o luxo mesmo - de poder arrancar um dia daqui até Barcelona, Frankfurt ou Sidney só para os ver e voltar depois.
Ao certo não sei o que ganharia se os visse. Conheço de cor quase todas as músicas. Tenho-as em versões de estúdio e ao vivo. É verdade que uma gravação de um espectáculo ao vivo fica sempre muito aquém do real. Estar ali, ouvir e sentir todos os decibéis a atravessar o corpo e, sobretudo, a memória é algo que ainda nenhum suporte de arquivo consegue transmitir. Quando muito guardaria o argumento “eu estive lá”, que não deixa de pouco mais ser que um ‘recuerdo’.
Ainda assim gostaria de os ver. esta coisa de “eu quero ir!!!!” tem sempre razões diferentes para cada um. Por mim, há um detalhe especial que está para lá do reavivar da memória, e pelo luxo – acreditem que é – de assisitir à suprema ginástica daqueles três músicos a tocarem uma melodia e cantarem outra canção diferente, mudando depois para a melodia certa enquanto a letra evolui novamente para outra. Esse detalhe é de algo que sempre tive na memória desde que os meus tios me ensinaram a gostar dos Police (e Supertramp, e Rolling Stones, e Dexys Midnight Runnesrs muitos mais): esse detalhe é ver o Sting aos pulos.
Poderão julgar que é uma grande pancada, mas é assim mesmo. As memórias são retidas e asseguradas por estranhos fios de estranha seda destilada das mais fundas recordações. Do que me recordo na altura era, precisamente, de ver o Sting a tocar o baixo e a saltar de pés juntos. A partir dessa memória visual tudo o mais se desenrola. A minha pancada não é assim tão disparatada, apesar de ser grande, porque o álbum Police Live! tem precisamente na capa essa uma imagem assim.

 

Agora procurei imagens dos Police actuais a tocar e o Sting continua com aqueles pulos. O resto são as músicas que já conheço, mas que bem gostava de ver ao vivo. Fica para a próxima.

música: De doo doo doo
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Memórias de Cairo

Poucas coisas me põem com melhor disposição do que ouvir uma música de que gosto, especialmente se a não oiço há bastante tempo.
Hoje de manhã, em jeito de memória da rádio, passou o Cairo dos Taxi. Uma música de 1981-82, por aí.
Tem o som típico da época, o rock de uma bateria, um baixo e uma guitarra complementados pela voz que, sendo banal como a maioria das vozes no rock, tem o dom de se comportar e contribuir como um quarto instrumento.
Lembro-me que na altura o disco foi editado dentro de uma caixa metálica com desenhos de inspiração egípcia. A música já a tenho numa ou outra colectânea. A caixa gostava de tê-la. Deve hoje ser uma preciosidade.

música: Cairo
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

Oldfield Recuerdos

Há um ano que ando a pensar nisto. Em Julho do ano passado ouvi por acaso um pequeno programa de música erudita na Antena 1 de António Cartaxo, salvo erro. Instantes depois dei por mim escutando espantado uma belíssima melodia que eu conheço há muito tempo. Um neurónio sacudiu o pó e dançou ao som daquela memória ali avivada. Havia apenas um pormenor que não batia certo: aquela melodia, como eu a conhecia, não era tocada naquele ritmo nem com aquele instrumento, mas o que eu escutava era lindo. O locutor entretanto falava de um catalão qualquer, julgo eu, que teria composto aquilo no final do sec.XIX.
Sec.XIX?!? Não! Não não não não! Desarrumei uma série de arquivos mentais de melodias, discos, autores e instrumentos à procura do dono daquilo. Desarrumei na memória capas, cassetes, CD's e tudo o mais que encontrei a estorvar o caminho da lembrança. Era outro qualquer, acreditava eu. Entretanto o locutor ia relatando a história daquela melodia e da vida do seu compositor, no final do sec.XIX...

E então...

Bingo! Mike Oldfield! "Étude", daquele LP duplo que tem um pássaro a rasar um espelho de água. É essa música. Mas se estão a dizer que é do catalão... e que aquilo se chama Recuerdos de Alhambra...
Tempos depois fui à procura do tal LP duplo para ler a ficha técnica daquela música e de todo o disco. Sobre o Étude não havia nenhuma referência a outro autor.
Isto ficou-me na memória. Há umas semanas atrás tive um tempinho e fui à procura. Descobri que, de facto, os Recuerdos de Alhambra são uma composição de 1899 de Francisco Tárrega (1852-1909). Andei na net à procura e descobri aquela música (http://www.epdlp.com/clasica.php?id=499). E é mesmo a que eu conhecia.

Fiquei desiludido com o Mike Oldfield. A música que eu pensava ser dele não o era, e isso não era dito no disco. Talvez no site dele (http://www.mikeoldfield.com/) esteja alguma coisa, mas não procurei. Na Wikipédia, na página dedicada a essa música 'Etude (Mike Oldfield)' não há referêcia ao Francisco Tárrega. Vejam em http://en.wikipedia.org/wiki/%C3%89tude_%28Mike_Oldfield%29.

Desiludido com o Mike Oldfield, fiquei curioso sobre o Francisco Tárrega. Sobre ele descobri, por exemplo, que aquele toque de telemóvel que todos os Nokia têm é também do Francisco Tárrega, da sua obra 'Gran Vals', embora a Nokia reclame ser um trademark... Oiçam em http://www.classicalguitarmidi.com/subivic/Tarrega_Gran_Vals.mid
Fica aqui a pauta para quem a souber ler.

música: Recuerdos de Alhambra
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

Boa Música!

Gosto muito de muitas músicas, e de muitos estilos. Pop, Rock, Punk, Clássica, Reggae (sim!...), Étnica, Tradicional, sei lá que mais. Nunca poderei escolher uma única que goste mais que qualquer outra.

Estou a ouvir rádio, melhor, estou a escutar rádio, e que bom que é. De repente saltou suave mas firme a voz, a solo, do Paul McCartney "I can wait another day..." e PAM! baixo, bateria e um acorde de guitarra, em simultâneo, arrancam com o formidável No More Lonely Nights. Sendo indizível o prazer daí resultante, fico por aqui perpetuando na memória recente aqueles quatro minutos já passados. Servem de isco à memória na pesca de outras melodias!

como estou?: bem...
música: No More Lonely Nights
publicado por coisas minhas às 22:24
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