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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011

Assim, não admira

 

É difícil estacionar na zona da estação do Oriente. Há poucos lugares livres, e os espaços livres ou tem indicação de proibição de estacionar ou estão reservados a algumas entidades, como é o caso da PSP, o que compreendo, e de uma empresa de aluguer de automóveis, o que estranho, mas enfim. Ainda assim, não é impossível estacionar.

Claro que a falta de civismo e/ou a bestialidade em maior ou menor grau, leva a que haja quem estacione onde muito bem entende. O civismo não se impõe, como mostra a ineficácia das leis. Também não se compra como se vê pela quantidade de bestas que conduzem bons automóveis guiando-os só com uma mão, enquanto empunham na outra o telemóvel topo de gama, e não cuidam de comprar um auricular de 5€. Outro dia falarei disto.

Voltando ao estacionamento naquela zona, percebo que seja difícil mas, não sendo impossível, é-me difícil aceitar que uma escola de condução dê o mau exemplo de estaciona em segunda fila, deixando os carros (são dois) com os quatro piscas ligados:

 

 

Na escola onde aprendi a conduzir, aprendi também que estas coisas não se devem fazer, embora já o tivesse aprendido antes em casa e na escola. Se uma escola de condução dá estes maus exemplos sobre o estacionamento, não me dá qualquer garantia de qualidade quanto ao resto do ensino. Até pode ser a melhor escola de todas no resto mas eu já não confio.

Assim, não admira a quantidade de disparates que tanta gente faz todos os dias na estrada.

 

 

 

 

publicado por coisas minhas às 00:08
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2011

É besta, e daí não passa

Ontem alguém encontrou o árbitro Pedro Proença num centro comercial e achou que a melhor forma de resolver a discordância entre os dois era com um enxerto de porrada. Se calhar, não sei, nem sequer era uma discordância, era apenas uma opinião do agressor. Terá o agredido tido possibilidade de expor a sua opinião? Não sei o que levou à agressão, se houve alguma troca de palavras cuja animosidade foi crescendo, ou se o agressor simplesmente começou a conversa com verbo físico. Seja lá como for, o agressor é uma besta. É como os bisontes, as cabras e os leões marinhos, e muitos outros animais que disputam o seu território ou as suas fêmeas á lei da força. A diferença destes animais para os humanos é que os bisontes, as cabras e os leões marinhos não têm linguagem verbal, entendimento lógico avançado ou capacidade de viver em sociedade complexamente organizadas. E é por isso mesmo que a pessoa que fez esta agressão é uma besta tão besta como os bisontes: não tem capacidade de argumentação verbal, nem entendimento minimamente lógico ou capacidade de aceitar entes semelhantes a si mas com diferenças de opinião ou comportamento. E se tem estas capacidades não foi capaz de as usar em vez da violência e, por isso mesmo, continua a ser uma besta.

publicado por coisas minhas às 13:36
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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010

A velocidade da corrida

Corre hoje a notícia da detenção de algumas pessoas que estavam a fazer corridas na via pública na zona de Peniche. Logo à partida alegra-me a notícia da sua detenção. Não faltam por aí cromos que têm a mania de que todos se devem desviar deles para poderem andar na velocidade que bem entendem. Quem quiser que se desvie, sejam carros, camiões, semáforos ou passadeiras.

Não interessa agora o local nem a quantidade de pessoas, mas interessa-me na notícia a expressão "corridas a alta velocidade" porque poderia a corrida não ser de alta velocidade? Pode uma corrida ser de baixa velocidade? Uma corrida não é para saber quem é o mais rápido? Seja a correr muito ou pouco, ganha sempre quem tiver mais velocidade. Um atleta dos 100 metros corre a alta velocidade comparado com um maratonista, mas qualquer um deles vai à mais alta velocidade que consegue, senão não ganha. Sempre pelo princípio Citius, Altius, Fortius , (mais rápido, mais alto, mais forte), ganha o mais rápido.

Houve um outro detalhe da notícia que me incomodou. A dada altura é feita referência a "manifestações desportivas na via pública". E o detalhe não são esta palavras todas. Foi na via pública, foram manifestações, mas serão "desportivas"? Comportarem-se sem respeito algum pelo cidadão alheio, alheios eles e elas aos mais básicos princípios de civismo, quiçá sem imaginarem o que isso seja, será isso desportivismo? Estranho... Se me fosse dada a oportunidade escreveria algo como "Quatro condutores foram detidos pela GNR, esta madrugada, por efectuarem corridas na via pública no IP6 e na estrada nacional 247, na zona de Peniche. Estas manifestações de desrespeito pelas regras de trânsito e o uso abusivo da coisa pública é punível com penas até dois anos de prisão".

publicado por coisas minhas às 17:00
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Sábado, 10 de Outubro de 2009

Reflexão 2

No Facebook alguém convidou-me para fazer parte de um grupo de boicote aos concertos do Tony Carreira. Não aderi, apesar de estar farto de ouvir falar dele. Parece que há dois anos que anda a celebrar os 20 anos de carreira.

Curioso aparte: o Sérgio Godinho deve ir já para perto dos 50 de carreira, mas ninguém lhe faz a festa que merece. Porquê?

A minha forma natural de boicotar os concertos do Tony Carreira é não ir, mas igualmente nada fazer para impedir qualquer outra pessoa de ir. Eu não gosto, mas não posso nem quero mandar no que os outros gostam, por princípio mas também porque não gosto que os gostos de outros mandem nos meus.

Lembrei-me desta iniciativa, que não louvo, a propósito das eleições autárquicas de amanhã.

Não haverá ninguém que face um grupo de apoio ao Santana Lopes de forma a lhe arranjar um emprego definitivo? Algo que o impeça de volta e meia aparecer como candidato a qualquer coisa algures? Há tempos ele disse que ia andar por aí. Parece que só anda por aí porque não tem onde parar. Se lhe arranjássemos um poiso certo até ao bicentenário da República...

 

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Reflexão 1

Amanhã há eleições. Hoje é dia de reflexão.  Mas sobre o quê? Moro num Distrito, trabalho noutro. Uso os dois, até uso mais, mas só posso votar num. Nesse que posso votar vou vendo algumas coisas boas outras más de quem manda. Mas de quem quer mandar não vi nada de nada. Mal por mal, antes o mesmo.

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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007

Informação é poder

Segundo uma notícia da BBC do dia 15/08 uma ferramenta informática da Wikipédia, o Wikipedia Scanner, consegue identificar o endereço de quem editou a página daquele artigo pela última vez. A Wikipédia é uma enciclopédia on-line que qualquer um pode editar, pelo que se presta a estes abusos, mas esta ferramenta permite identificações curiosas.
Leio nesse artigo que a partir de um computador…
...da CIA foi introduzido um “Wahhhhhh” imediatamente antes do perfil do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
...do Partido Democrático americano mudaram o perfil de uma figura do partido rival apelidando-o de idiotic," a "racist", and a "bigot".
...do Vaticano foi removido conteúdo de uma página a propósito de Gerry Adams, católico e líder do Sinn Fein (notícia desenvolvida dois dias depois).
...de uma empresa que comercializa máquinas de votar nos EUA foram removidos parágrafos em que era dito que o presidente dessa empresa fora um dos maiores angariadores de fundos para a eleição de George Bush.
Por cá logo alguém se entreteve a descobrir que a biografia do nosso primeiro ministro também foi editada e disso logo fez notícia.

Ironicamente, nesse dia, ou num dia muito próximo, a citação do dia da Wikipédia era: The printing press is the greatest weapon in the armoury of the modern commander, de T. E. Lawrence.

publicado por coisas minhas às 23:14
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Segunda-feira, 26 de Março de 2007

o maior

Já se esperava este resultado. A eleição de Salazar como ‘o maior português de sempre’ era esperada desde o início. A sua exclusão inicial – um acto anti-democrático que tão bem encaixa no vencedor – foi o primeiro erro de uma eleição sem sentido que muito ajudou ao resultado final.
É irónico notar que, salvo erro, esta é a única eleição que Salazar ganha por processos democráticos e em Democracia. Votou quem quiz, sem constrangimentos de idade, sexo, crenças, económicos, políticos ou quaisquer outros. Para os seus seguidores talvez seja a centelha que faltava às brasas de reabilitação que vão aquecendo.
Ainda que faça sentido o argumento de que o programa Grandes Portugueses seja apenas de entretenimento, toda a ideia subjacente é, para mim, absurda. Será Camões maior que D. João II? Será Álvaro Cunhal menor que Florbela Espanca? Será António Pinho Vargas melhor que José Cardoso Pires? E entre Alfredo Marceneiro e Manuel de Arriaga quem escolheriam? Por mim eterniza-se a dúvida da preferência entre Bartolomeu de Gusmão ou o Padre António Vieira, entre Almada Negreiros e Cargaleiro bem como entre o Bandarra e Gil Vicente. Adoro a obra de Cutileiro tanto como os sonetos de Camões. Escolher qualquer português ou portuguesa como o maior de todos não faz sentido. Há comparações que, mesmo para passar o tempo, são impossíveis. Aqui grande português só a aplicação do ditado “misturar alhos com bugalhos”.
No entanto é curioso notar que a eleição tenha sido a do maior português. Não foi a do melhor, do pior, do mais bonito, do mais cruel, do mais irónico, do mais artista, do mais liberal, do mais qualquer coisa, simplesmente e apenas do ‘maior’ e daqui salta a dúvida: o que é ser ‘o maior’?
Se calhar, e no fim de contas, Salazar até foi um grande homem porque conseguiu fazer o que fez durante tanto tempo e com tanto controlo. Um homem pequeno não o faria. Sendo português foi, consequentemente, um grande português. Outros houve que também foram grandes homens pelo muito que conseguiram fazer. Hitler, Mussolini, Estaline, Pol Pot e outros que ainda por cá andam, fizeram grandes coisas pelo que, num concurso destes, seriam o maior alemão, italiano, russo e cambodjano. Fará isto deles os maiores da sua terra? Grandes coisas foram feitas, mas em todos estes casos, Salazar incluído, foi maior o prejuízo que os ganhos.
Com exemplos e comparações destas, então se calhar Salazar até foi um grande português mas felizmente não tão grande quanto aqueles, e ainda bem para nós. A sua dimensão, que não graças a ele pode hoje ser livremente idolatrada, deve ser medida tanto pelo que fez como pelo que não fez. Não me assusta, porque não surpreende, que o tenham eleito como o maior português. O que me assusta é o espectro de ignorância que parece alimentar a motivação de o eleger…

publicado por coisas minhas às 22:56
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