coisas que me passam pela cabeça, e outras que vão ficando

[ textos recentes

[ Tão lindos, todos queimad...

[ Pingo azedo

[ “Enjoy the unique”?

[ arquivos

[ Março 2016

[ Agosto 2015

[ Junho 2015

[ Março 2015

[ Março 2014

[ Março 2013

[ Fevereiro 2013

[ Julho 2012

[ Maio 2012

[ Outubro 2011

[ Agosto 2011

[ Junho 2011

[ Abril 2011

[ Janeiro 2011

[ Novembro 2010

[ Outubro 2010

[ Setembro 2010

[ Agosto 2010

[ Junho 2010

[ Maio 2010

[ Março 2010

[ Janeiro 2010

[ Dezembro 2009

[ Novembro 2009

[ Outubro 2009

[ Julho 2009

[ Junho 2009

[ Maio 2009

[ Abril 2009

[ Março 2009

[ Fevereiro 2009

[ Janeiro 2009

[ Dezembro 2008

[ Novembro 2008

[ Outubro 2008

[ Setembro 2008

[ Agosto 2008

[ Julho 2008

[ Junho 2008

[ Maio 2008

[ Abril 2008

[ Março 2008

[ Fevereiro 2008

[ Janeiro 2008

[ Dezembro 2007

[ Novembro 2007

[ Outubro 2007

[ Setembro 2007

[ Agosto 2007

[ Julho 2007

[ Junho 2007

[ Maio 2007

[ Abril 2007

[ Março 2007

[ Fevereiro 2007

[ tags

[ todas as tags

Terça-feira, 24 de Agosto de 2010

Tão lindos, todos queimadinhos

Eu gosto do Halibut, é um bom produto, mas não gosto do anuncio à sua mais recente variedade. Anda no ar da rádio um anúncio ao Halibut Derma Spray em que uma senhora de voz melosa e contente fala com doçura das crianças, "os nossos índios ficam todos peles-vermelhas...". Só que di-lo num tom de voz como se estivesse a admirar uma criança toda bem vestida e penteada, toda bonitinha.

Reitero a minha confiança no produto, mas da maneira que a senhora fala parece que ficam lindas as crianças assim todas queimadinhas. Será essa a ideia? Deixem-nos queimarem-se todos que depois o Halibut trata tudo?

tags:
publicado por coisas minhas às 12:22
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Pingo azedo

Está 'no ar' um anúncio do Pingo Doce que é super azedo. Começa e dura até ao fim com uma canção horrível, nada melodiosa e mal cantada, que consegue durar mais de um minuto. Um minuto de rádio custa muito dinheiro, fazer um anúncio também. Pois com o dinheiro que o Pingo Doce gasta consegue-me perder como cliente. Terá sido esse o sentido do investimento? A Staples tem um anúncio em que, com piada, faz um elogio a quem autorizou aquele anúncio. Será que quem autorizou este anúncio do Pingo Doce já o ouviu? Terá morrido do choque, ficou em coma, ou simplesmente tem mau gosto?

O anúncio consiste numa canção que diz que se pode ir ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro, e não sei que mais. Parece uma imitação de uma canção dos Deolinda, mas mal copiada e mal cantada. Tem lá atrás o som enviesado de umas guitarras, talvez procurando invocar a guitarra portuguesa, mas parece ser tocada por gatos com Parkinson. Depois, ao fim de uns segundos que me parecem séculos, aparece um ritmo qualquer, uma percursão estranha... Talvez eu o consiga gravar e colocá-lo aqui, mas não sei se suporto o sofrimento...

Eu até gosto do Pingo Doce, mas este anuncio é arrepiante. Se este anúncio passar na rádio da próxima vez que eu estiver a caminho do Pingo Doce, de certeza que vou a outro lado!

 

música: ARGH!!!!
tags:
publicado por coisas minhas às 08:20
link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito
Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

“Enjoy the unique”?

Há na rádio que mais oiço, a TSF, um anúncio a um hotel no Porto. A TSF emite em Português, para Portugal via rádio e para todo o mundo pela internet, mas sempre em Português, com natural e óbvia excepção para a música e discursos de estrangeiros.
O tal anúncio é todo em Português, louvando a maravilhosa vista que se tem do Porto, das instalações, do Spa, do restaurante, etc.

Se o anúncio é dito em Português, numa rádio que emite em Português, é de presumir que o público alvo seja Português-falante. A ser assim estranho a frase final do anúncio: “enjoy the unique”.

Que raio!... vão tão bem em Português e depois no final sai aquela coisa. não tenho qualquer problema em entender Inglês, é como uma segunda língua, mas para que serve isto?

Um anúncio numa grande rádio nacional como a TSF, sobretudo um que passa a várias horas quase todos os dias, não deve ser barato. O tal hotel não deve ser um alojamento qualquer, a acreditar nos elogios subjacentes ao tom quente do discurso ao longo do anúncio, por isso é estranho o que pode motivar tal escolha.

Ocorre-me perguntar o que terá passado pela cabeça dos anúnciantes para quererem tal coisa. Se lhes foi ordenado que o anúncio fosse assim, com a frase em Inglês no fim mesmo que se dirigida a portugueses, então fica esclarecido. Se não foi é mais estranho. É que os anúncios não servem para mudar as pessoas. (Lembro-me de ver alguém se insurgir porque os anúncios a detergentes e outros produtos de limpeza doméstica terem quase invariavelmente mulheres e defender que deviam ter homens. Se tivessem homens, contrapuz, não vendiam tanto porque não são o seu público alvo: os anúncios aproveitam-se da realidade como ela é, boa ou má, para vender o seu produto. Quem quiser que mude o mundo).

Os anúncios usam as características das pessoas para encontrar o caminho para as convencer. Parece-me então que colocar uma frase em inglês no final do tal anúncio dito em Português e para portugueses terá sentido junto dos ouvintes e potenciais clientes. Que sentido será esse é que não imagino.

tags:
publicado por coisas minhas às 09:00
link do post | comentar | favorito

[ quem sou

[ pesquisar

 

[ Março 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

[ links