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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

O Papa e a Formula 1

Uma notícia do diário digital no dia 29/06 tinha como título "Kubika poderá ter sido salvo por João Paulo II". Kubika é um piloto polaco de Formula 1 que sofreu um espectacular acidente numa corrida uns dias antes, do qual saiu praticamente ileso. A notícia diz que  "Os técnicos da Fórmula 1 não compreendem ainda hoje como Kubika conseguiu sair ileso do acidente".
Há umas boas centenas de técnicos de topo na Formula 1. Não acredito que não haja um único que não compreenda como o piloto saiu ileso, pelo que a generalização da notícia me parece exagerada. A verdade é que o acidente foi assustador, e o piloto sobreviveu apenas com um pé torcido, ou coisa assim.
O essencial da notícia, que vem sintetizado no subtítulo, é que "O Vaticano abriu uma investigação sobre os milagres de João Paulo II e o polaco Robert Kubica poderá testemunhar por ter saído ileso do acidente ". Segundo a notícia "tem o nome do ex-Papa na viseira do seu capacete". A relação estabelecida entre os factos parece ser:
o piloto é polaco; o papa era polaco; o piloto sobreviveu ( e "Os técnicos da Fórmula 1 não compreendem" como), logo deve ter sido intervenção do papa.
Ainda bem que o Kubica saiu ileso. Pena é que não tenham havido mais intervenções metafísicas para evitar outros acidentes. Pedro Hispano (único papa português) devia estar a ver outro canal e não interviu quando o Pedro Lamy se despitou a testar um Formula 1 e partiu os dois joelhos em 94 ou 95.
Desde que a Formula 1 começou em 1950 já houve 45 acidentes mortais, em prova, treinos ou em testes. Desde 1950 já houve 5 papas. De 1950 a 1978 foram todos italianos. Nesse período morreram 4 pilotos italianos. Os nomes, anos e papas do momento eram: Eugenio Castellotti: 1957, Pio XII; Luigi Musso: 1958, Pio XII; Giulio Cabianca: 1961, João XXIII; Lorenzo Bandini: 1967, Paulo VI.
Terão estes três papas falhado ao não intervirem para salvar estes quatro pilotos? Ou será que não podem intervir mesmo? E para além destes quatro porque não interviram em todos os outros milhões que por alguma razão não desejada nem por si provocada morreram durante o seu papado?
Quando da última eleição papal falava-se da possibilidade de eleição de um papa africano. Para quê se não pode acudir aos sudaneses e a tantos outros milhões?

publicado por coisas minhas às 00:43
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