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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Porquê obrigatório?

Fiz o serviço militar obrigatório por obrigação. Aprendi algumas coisas, retirei algumas lições. Não posso dizer em absoluto que não tenha gostado de alguma coisa, mas não gostei de ter ido por obrigação. Em tempos de paz não faz sentido a obrigatoriedade do serviço militar. Por isso estranhei as notícias sobre o Dia da Defesa Nacional, que afinal não é um dia mas sim muitos, já que só caba em Maio do ano que vem. Pelo que li fiquei a perceber que afinal é obrigatória a comparência dos jovens, potenciais mancebos e mancebas. No site do Ministério da Defesa Nacional  lê-se que "A (...) comparência é um dever militar obrigatório para todos os cidadãos portugueses que cumpram 18 anos de idade". Numa notícia do Público sobre este assunto  leio que segundo a dirigente da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), Manuela Góis, há "coimas altíssimas e interdição de candidatura à função pública". Para quê isto? Para quê coimas altíssimas? Para quê a interdição de candidatura à função pública? Haverá também retaliação semelhante para os jovens que se embebedam e aceleram feitos parvos em ruas e estradas como se fossem os Fitipaldis da Buraca? Haverá retaliação semelhante para os que não separam o lixo? Para os que não se instruem? Para os que não votam? Para os que não dizem sequer 'bom dia' a alguém? Os castigos devem ser proporcionais ao erro. Não sendo o serviço militar obrigatório porque o há-de ser esta comparência ao Dia da Defesa Nacional? O que os jovens ganham com a experiência será equiparável às coimas altíssimas ou à proibição de candidatura à função pública? Não estão a abusar? A não sensibilização "para a temática da defesa nacional e divulgar o papel das Forças Armadas, a quem incumbe a defesa militar da República" é assim tão grave?

publicado por coisas minhas às 16:32
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