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Quinta-feira, 15 de Março de 2007

Idos de Março

Gosto desta história e por isso a vou contar aqui.

Os “Idos” de um mês era um termo usado no calendário romano. Calhavam no dia 15 de Março, Maio, Julho ou Outubro ou a 13 de qualquer outro mês. Os Idos de Março eram, por isso, o 15 de Março.

Júlio César foi assassinado a 15 de Março do ano 44a.C, portanto há 2051 anos se não considerarmos que com a reforma do calendário implementada pelo papa Gregório XIII em finais do século XVI as datas anteriores a esta implementação deixaram de ter uma correspondência directa. Seja ou não exactamente hoje o aniversário do acontecimento, continuo a lembrar essa efeméride. Não o faço como louvor ao assassinato – a este ou a qualquer outro – mas tão somente pelas curiosidades que se desenvolveram à volta do mesmo.

Segundo Plutarco, uns dias antes do assassinato um vidente terá avisado César: “Cuidado [Cuidai-vos?] com os idos de Março”. A 15 de Março, quando César ia a caminho do Senado, viu o mesmo vidente e terá dito “Bem... os idos de Março chegaram...” implicando que, afinal nada acontecera. O vidente retorquiu “chegaram mas ainda não passaram”. Minutos depois desta breve conversa Júlio César era assassinado pelos conspiradores com 23 golpes de punhal.

Li algures:

  • Que na véspera do seu assassinato, Júlio César jantou em sua casa com amigos e que, por ironia dos acasos que conduzem as conversas, naquela noite conversaram sobre a morte. César era apologista de uma morte rápida, não só porque era um militar, habituado às consequências das guerras, mas porque tinha pavor da dor.
  • Que César tinha alguma vergonha de ser epilético porque se sentia diminuído quando tinha algum ataque.
  • Que, ironicamente Napoleão, por seu lado, orgulhava-se de ser epilético “tal como o mestre” dizia, ie, Júlio César.
publicado por coisas minhas às 07:00
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