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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Um a zero para o ministro!

Nunca pensei vir a concordar com uma palavra de um ministro deste governo, mas, para já e a quente, concordo com uma frase do ministro das finanças que ouvi há munutos na TSF. Disse o ministro, sublinhando que era a sua opinião pessoal, que a organização conjunta Portugal/Espanha do Mundial de Futebol de 2018 não deve estar no topo das prioridades portuguesas. Segundo o site da TSF «há muitas outras iniciativas que serão, com certeza, bem mais relevantes para o reforço da nossa competitividade do que organizar um campeonato de futebol mundial».

Ainda segundo a TSF, Madaíl não está incomodado com o comentário, e não percebe muito bem o ministro quer chegar. Diz que custos haverá mas só lá para 2014, e que até os ingleses, que também estão em crise, vão organizar os próximos Jogos Olímpicos e também se estão a candidatar ao Mundial de Futebol de 2018.

Desde já não comento a comparação com os ingleses, pois em muita coisa já nem com os gregos nos podemos comparar.

Pessoalmente opino que é uma parvoíce candidatarmo-nos a organizar um Mundial, seja 2018 ou 2058. Organizámos um Europeu e para isso se fizeram estádios cuja maioria não é utilizada, que não estão pagos e que mantêm endividados vários municípios. Não se pode dizer que não tenham servido para nada. Serviram para alguns jogos, e para encher o bolso dos donos deste país: os contrutores civis.

Temo que a candidatura ao mundial corra pelo mesmo caminho. Já correm notícias de que é preciso estádios com uma capacidade de 80 mil lugares (salvo erro) e que em Portugal não há nenhum. Pois arrasem-se os sobreiros, cimentem-se sapais, espantem a passarada das resevas ecológicas que não dão dinheiro e construam estádios a torto e a direito!

Porque não há tanto entusiasmo, ou mesmo uma fracção deste entusiasmo a construir estruturas para outros desportos? Não é o Nelson Evora que ainda treina num corredor do estádio da luz? Porque não se constroem mais piscinas, pavilhões, pistas de corrida? Porque não é mais apoiada a esgrima, o andebol, o tiro ao arco, e todas as outras coisas?

Trouxemos uma medalha de ouro e de prata em Boccia (é assim que se escreve?) nos Jogos Paralímpicos. Que estruturas têm estes atletas? Que apoio? Que divulgação?

Porque não nos candidatamos a um campeonato com os Noruegueses a ver quem consegue ter os melhores hospitais, ou as melhores escolas? Isso sim, daria luta e serviria para alguma coisa.

publicado por coisas minhas às 16:54
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