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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Se o mundo pudesse votar

Se o mundo pudesse votar, If The World Could Vote, é um curioso site feito por três islandeses, que procura saber em quem os internautas internacionais votariam caso pudesse votar na eleição do próximo presidente dos Estados Unidos da América. Está em http://www.iftheworldcouldvote.com.

Há várias coisas curiosas neste site. Uma primeira, mais ligeira, é reparar que ainda só há 90 mil votos vindos dos EUA e já há 22 mil vindos de Portugal. Por enquanto o site não deixa der uma sondagem, e apesar de dar larga vantagem a Obama, o McCain ainda tem esperança pois no Burkina Faso tem 100% dos votos. É verdade que só tem dois votos, mas a Democracia funciona assim, para o bem e para o mal. Para lá destas curiosidades estatísticas, faz pensar esta solução de participação cívica à distância.

Eu gosto de ir votar, de ir à escola placidamente numa manhã de domingo, de admirar a calma, senão mesmo a solenidade, com que a maioria das pessoa cumpre o ritual. Mas é curioso poder votar à distância. tal como as compras on-line, as transferências bancárias num site ou o pagamento de um serviço por multibanco, as operações feitas a partir do computador são muito mais cómodas. Ainda prefiro ir votar presencialmente, mas talvez caminhemos nesse sentido.

Por outro lado, faz pensar que se faça um site para aferir as preferências da população internauta mundial sobre os candidatos á presidência dos EUA, e não se faça sobre as presidenciais francesas, ou bielorrussas, ou do Burkina Faso. Parece incontornável que realmente as eleições americanas extrapolam em muito os limites físicos do Estado, se é que existem. Uma doutrina sempre subjacente da política americana é que deve poder intervir em todo o lado onde os EUA tenham interesses, sejam eles onde forem, por isso os EUA chegam a todo o lado, por isso afectam em todo lado - bem ou mal, não interessa agora - e por isso acompanhamos mais esta votação do que quase todas as outras, se não mesmo as nossas...

publicado por coisas minhas às 23:35
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