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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

O passeio da rotunda

Tenho reparado numa rotunda estranha. Tem um passeio à volta...

Para que servirá um passeio à volta de uma rotunda? É uma rotunda pequena, numa estrada nacional e no meio de uma zona industrial, de armazéns. Pressuponha-se que os passeios são para as pessoas. É coisa rara de se verificar mas, por simplificação do raciocínio, fiquemos pelos ideais.

Se fosse uma rotunda grande, com algo que pudesse interessar uma visita, compreenderia que tivesse um passeio para os peões poderem circular à sua volta. Para isso, porém, devia ter também passadeiras que priorizassem o acesso a partir do exterior da estrada. Não tendo passadeiras de acesso pode, quem assim o quiser, usar o seu tempo dando voltas à rotunda, pelo passeio. Sucede que a rotunda não é muito grande, terá uns 4 metros, talvez, e por enquanto só tem terra no meio. Não tem nada de interesse para ver, quando muito algumas minhocas, ervas danihas e restos das obras.

O passeio à volta também não é verdadeiramente um passeio. Não está mais alto que a estrada, está ao mesmo nível. É mais um empedrado delimitado com pedra mais clara, como aqueles onde se costuma estacionar.

Ora não se podendo estacionar nas rotundas nem dando esta para passear à volta ou no interior, para que serve um passeio rebaixado que não é para passear nem para estacionar? Pelas suas características, este 'passeio' tem servido essencialmente para nada. Os carros ligeiros e mais cumpridores das regras elementares de comportamento na estrada (já nem falo do Código...) contornam a rotunda pelo seu limite máximo, isto é, pelo limite do 'passeio'. Já as viaturas mais pesadas, e os ligeiros mais apressados, passam por cima do 'passeio', como se fosse estrada. Não seria mais fácil ter feito a rotunda sem o tal passeio?

publicado por coisas minhas às 10:52
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