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Li no Diário Digital que a Ordem dos Médicos irá aplicar processos disciplinares a médicos que foram em Novembro de 2006 a um congresso de ginecologia na Malásia e andaram disfarçados de piratas numa ilha a 700 kilómetros de distância.
Uma mente maldosa pensaria de imediato algo como "lá foram os médicos a mais um passeio ao estrangeiro, à conta de uma farmacêutica, e com uma convidativa subdosagem de actividades não clínicas para adoçar a boca". Quase de certeza que não foi o que se passou neste caso. A ilha a 700 kilómetros para a qual tiveram de viajar tinha, obviamente, muito interesse clínico na área da ginecologia, senão nunca lá iriam. E não vejo mal nenhum em que se tenham mascarado de piratas. Muito provavelmente quiseram fazer como aqueles médicos que colocam um nariz de palhaço e andam pelas enfermarias de pediatria a amenizar o dia-a-dia das crianças ali internadas.
É curioso que o artigo do Diário Digital refira que isto na ilha era um programa suplementar que o laboratório de genéricos J. Neves, patrocinador da ida ao congresso, não subsidiou. É estranho então como é que sendo toda a viagem patrocinada por uma entidade - seja ela quem for - conseguem os médicos encontrar forma, tempo e financiamento para proceder a uma viagem (de estudo?...) a uma ilha a 700 kilómetros de distância fazer algo não relaccionado com o congresso. Será que quem organizou a viagem concedeu um ou dois dias livres aos congressistas para fazerem o que quisessem? Terão os médicos pago a viagem à ilha? E, já agora, quem pagou os disfarces? E melhor: quem se lembrou de tal coisa?
Estes médicos que foram à Malásia e se disfarçaram de piratas foram certamente fazer palhaçadas, pirateando sem maldade a ideia de alegrar as crianças enfermas. É uma palhaçada pirateada. A dúvida é que sendo a sua especialidade a ginecologia, não vejo que crianças podiam eles ir estudar do ponto de vista clínico e no âmbito da sua visita de estudo à Malásia, a 700kilómtros de distância do congresso.
Alimenta-se assim a dúvida de que, afinal, o objectivo deste desvio ao programa do congresso terá sido outro. Salvaguardando o princípio da presunção da inocência, esperemos por um veredito da Ordem.
O artigo do Diário Digital está em http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=387926.
Vai abrir hoje um novo centro comercial. Mais um santuário de peregrinação urbana e consumista. Este chama-se Dolce Vita Tejo. Não pretendo dizer mal das instalações ou do serviço, porque não conheço e não conhecerei enquanto não precisar de lá ir. Apenas aquele nome é que me parece das coisas mais disparatadas que já ouvi. Não é o top, mas anda lá perto.
Quem se terá lembrado de chamar aquilo Tejo? Dolce Vita é o nome da empresa, mas porquê Tejo? Onde está o Tejo ali?
Eu sei onde fica este novo shoping, costumo lá passar. Aquilo fica ali para o final do IC17, que naquele final improvisado há 10 anos, nos obriga a subir para Belas pelo IC16, a Radial da Pontinha. Fica aqui:
Repare-se que mais há ali perto: Pontinha, já não, Alfornelos nem por isso, Brandoa talvez. O que fica mesmo ao lado é o Casal da Perdigueira. Mais a Norte há o Casal do Rato, da Mira, o Vale Pequeno e o Vale Grande.
É que o mais esquisito é que a dita coisa não fica no alto de um monte de onde se possa ter uma vista desafogada do horizonte à volta. Aquilo fica mesmo no fundo de um vale. Quem desce o tal IC16, vindo do nó da CREL em Belas as únicas coisas que se destacam no horizonte são as arcadas do Estádio da Luz e as Torreas das Amoreiras. Do Tejo ali nem o reflexo chega.
Não seria melhor chamar Brandoa Shoping? Não sei se se vive uma doce vida na Brandoa, mas também podia ser Dolce Vita Brandoa, sempre soa melhor que Dolce Vita Casal da Perdigueira. Casal do Rato Shoping ou Alfornelos Shoping Center também não é nada convidativo. Mas Tejo?!? Qual Tejo?!? Vejam só a que distância aquilo fica do Tejo:
Fica, pelo menos, a dez kilómetros (em linha recta...) de Belém ou da Praça do Comércio. Daí sim, vê-se o Tejo.
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