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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

Hiroshima, 6 de Agosto

Hoje é dia 6 de Agosto. Inevitavelmente ligarei sempre esta data ao bombardeamento de Hiroshima em 1945. Num instante morreram dezenas de milhares de pessoas. A esta escala o número exacto não faz sentido.

É irónico que os únicos que até hoje atacaram alguém com armas nucleares sejam os mesmos que pretendem, e em certa medida conseguem, determinar quem tem e quem pode ou não ter armas nucleares.

É cruel pensar que, acho eu, o bombardeamento nuclear seria sempre inevitável. Talvez não em Hiroshima, talvez não no Japão, talvez não em 1945. A arma nova seria sempre experimentada. O enorme investimento teria sempre que ser amortizado de alguma forma, o secretismo teria sempre que ser justificado.

Ainda não sei porquê, nunca me dediquei tanto a isso, mas nunca me lembro tanto e tão bem de recordar também o bombardeamento de Nagasáqui a 9 de Agosto. Não era em nada diferente, senão no facto de quanto ao primeiro já se conhecerem os efeitos, e secalhar por isso era necessária a experiência. Hiroshima é uma planície, Nagasáki um cidade circundada de montanhas. Uma das bombas era de urânio, a outra de plutónio. Na de Hiroshima a carga era disparada dentro da bomba como se fosse um canhão, na de Nagasáki a carga estava à volta do alvo.

Hiroshima ficou para sempre na História. Quem fez aquilo, quem quiz fazer desapareceu mais depressa.

publicado por coisas minhas às 22:38
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3 comentários:
De dover a 7 de Agosto de 2007 às 09:28
GRANDE BLOG.

parabens!!!!
De Amadan a 7 de Agosto de 2007 às 02:58
Quando Truman ordenou o lançamento das bombas, já se sabia que o Japão preparava a rendição.
Tal como disse o Almirante Yamamoto, depois do ataque a Pearl Harbour: "Acordámos um gigante e não sabemos o tamanho da sua raiva". Mas continuo destriçando as águas: não confundamos um POVO com os seus GOVERNOS
De siri a 6 de Agosto de 2007 às 22:58
Costuma-se dizer que aprendemos com os erros. Infelizmente, o povo americano continua sedento por sangue, nunca medindo a dimensão das suas acções.

Realmente, se não fosse Hiroshima, seria outro qualquer local, pois a mente humana não permite descobrir algo e não pavonear-se sobre esse feito: seja ele bom ou terrífico.

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