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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010

Eu também mas...

Vi no facebook que um dos meus contactos aderiu a um grupo chamado Eu Confio Nos Padres.

Eu não uso os serviços dos padres, e não conheço nenhum pessoalmente, pelo que em consciência não posso aderir àquele grupo. É tão falso dizer que confio como que não confio. A não ser que houvesse grupos para todas as outras actividades profissionais, chamados Eu Confio Nos Padeiros, ou Eu Confio Nos Taxistas, etc., só assim poderia ir dizendo em quem confio ou não. Num e noutro exemplo, Padeiros e Taxistas, não conheço ninguém. Á partida confio mas mantenho uma natural reserva. Não tenho a certeza absoluta de poder trincar violentamente um pão com a garantia que não há nada lá dentro que não me parta um dente. Igualmente, não entro com total confiança num taxi sem qualquer receio de ter um acidente ao ponto de ir sem cinto de segurança e me deitar no banco.

Grupos há muitos, este é só mais um. Mas o título e o momento em que surge parece querer vir amenizar a onda de escandalos de pedofilia que envolvem a igreja católica e que se têm revelado ultimamente como maior frequência. Confio tanto nos padres como em qualquer outra profissão. Desconfio tanto que os padres sejam pedófilos como desconfio de ministros, de bombeiros, de controladores aéreos ou jornalistas. Do que desconfio é das organizações dentro das quais há comprovadamente pessoas com comportamentos socialmente errados, seja pedofilia seja suborno, e que procuram esconder ou abafar o facto. Nesses não confio nem um bocadinho.

publicado por coisas minhas às 17:33
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