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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

a que tivemos acesso...

É interessante uma formulação frequentemente utilizada pelos meios de comunicação quando se referem a determinados documentos. Usualmente dizem a propósito do objecto a que se referem como algo “...a que tivemos acesso”.

Há tempos, farto de ouvir a expressão, resolvi a pensar sobre isto ouvindo uma notícia de uma carta que havia sido trocada entre altas entidades. Salvo erro foi entre o Procurador Geral da República e o Presidente da Assembleia da República. Mas para além desta são quase quotidianos os exemplos.

Isto é estranho. Como pode uma carta trocada entre duas pessoas chegar ao conhecimento público. São os CTT que não funcionam e andam a distribuir duplicados e triplicados das cartas que se trocam? A ser assim os CTT não estariam a cumprir com o mínimo que lhes é exigido.

São as secretárias ou os estafetas ou os assessores que subrepticiamente fazem cópias e as distribuem? Então à segunda ocorrência, quando muito, eram dispensados.
São os próprios emissores e receptores das cartas que as divulgam? Então porque não dizem, desde logo, que a carta é pública?

A frase “a que tivemos acesso” contem em si uma declaração de denuncia. Alguém deixou, normalmente com propósito, que os meios de comunicação tivessem acesso a algo. Por um lado ainda bem, porque muita coisa se tem sabido graças a estas bem ditas fugas de informação. Por outro lado, não seria mais honesto anunciar certas ‘fugas’ como ‘partilha de informação’, ou ‘informação publica’?

publicado por coisas minhas às 07:00
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