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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

De quem são os porquinhos?

Anda aí na rádio um anúncio a um banco, que alicia os potenciais clientes com a oferta de uns porquinhos pintados por Ágata Ruiz de la Prada (não sei ao certo se é assim que se escreve) a partir dos desenhos de crianças que já têm uma espécie de poupança no banco, e de um livro com um conto.

A Ágata vende bem o seu nome, e faz bem. Aplica o seu saber em tudo, e em tudo põe o seu nome, e assim se torna conhecida o que é meio caminho andado para potenciar a compra de artigos por si decorados. Neste caso, dos porquinhos, ocorre-me a dúvida sobre de quem são as pinturas dos porquinhos, afinal. O anúncio ressalva que são pintados pela Ágata a partir de desenhos de crianças. Será um aproveitamento ou uma melhoria estética? O anúncio parece querer dar a entender que os porquinhos serão lindos e adoráveis porque foram pintados pelas crianças, mas quem ganha com a sua venda é o banco e a Ágata. Não creio que deva estender esta apreciação ao ponto de a considerar exploração de trabalho infantil, mas acho que não deixa de ser um aproveitamento.

No geral é isto que se passa com toda a espécie de concursos e sorteios. Mande um sms, escreva uma frase, faça um desenho, temos X coisas para sortear. Ás vezes explica-se o critério, os 100 primeiros, por exemplo, ou algo dúbio e difuso como "a melhor frase" ou "o melhor desenho", sem que se saiba quem escolhe. Também não seria o conhecimento de quem escolhe que nos daria maior ou melhor descanso quanto à fundamentação da justiça na escolha, mas enfim, quem entra no jogo submete-se ás suas regras. Noutros casos, a maioria, nem se sabe qual é o critério. Participa-se, juridicamente por livre vontade, conscientemente - ou não - por aliciamento e o produto da criatividade é oferecida sem direitos de autor ou quaisquer outros.

Belo negócio.

publicado por coisas minhas às 16:50
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